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Empresas Familiares Portuguesas: Um Pilar da Economia Nacional

14 de Maio 2024 | Notícias

As empresas familiares portuguesas representam 75% do tecido empresarial, desempenhando um papel crucial na economia nacional.  No seu conjunto, representam uma parte significativa do tecido empresarial e contribuem de forma expressiva para o emprego e para o Produto Interno Bruto (PIB) nacional. 

No evento realizado pela iniciativa Negócios Sustentabilidade, Peter Villax, presidente da Associação de Empresas Familiares (AEF), destacou o facto de que estas empresas são uma realidade em muitos países com um impacto significativo no PIB nacional “de cerca de 60 a 70%”. A mesma associação estima um contributo significativo de 50% do emprego. 

Diversidade e longevidade 

Nos últimos estudos e eventos, o perfil traçado desta relevante fatia do nosso tecido empresarial revela a continua presença em múltiplos setores da economia, da indústria e comércio até à agricultura e serviços. Com destaque para a longevidade destas empresas, com um número significativo de empresas familiares centenárias, provando a sua resiliência e capacidade de adaptação às mudanças do mercado. 

A edição de 2022 do Barómetro Global das Empresas Familiares da KPMG, demonstrou ainda que o desempenho desras empresas pode ser atribuído a vários fatores, incluindo características e competências da liderança das novas gerações, que são menos avessas ao risco do que seus antecessores. A estas, revela o mesmo barómetro, soma-se o “espírito empreendedor”, fundamental para o sucesso contínuo.  

Desafios e futuro 

Nuno Carvalhinha, presidente da Associação Nacional das Pequenas e Médias Empresas (ANPME), no âmbito da mesma iniciativa antes referida do Negócios Sustentabilidade 2030, desmistificou a ideia errada das pequenas empresas familiares, enfatizando o facto de que os grandes grupos económicos portugueses serem empresas familiares.  

O mesmo empresário reforçou a estabilidade como a principal vantagem das empresas familiares, proporcionada pela cultura, tradição e confiança para stakeholders e investidores, não descartando os desafios existentes na gestão, onde aponta a necessária preparação no plano de sucessão e a resistência à inovação em empresas de menor dimensão. Ideia também reforçada no 11.º Global Family Business Survey, da consultora PwC, em 2023, que destacou a necessidade de as empresas familiares portuguesas adotarem novas prioridades para garantir o seu legado. 

Última atualização a 21 de Maio 2024

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